Blog

Sustentabilidade e Energia Limpa

O petróleo é a uma fonte de energia mais utilizada emtodo o planeta devido ao seu potencial e à sua riquezade compostos. Todavia, este é um recurso nãorenovável e altamente poluente por possuir grandesquantidades de carbono. Com o objetivo de diminuira emissão de CO2, e tantos outros poluentes,pesquisadores desenvolvem projetos para utilizaçãodas chamadas energia limpa, tais como: a energiaeólica, a energia extraída da molécula de hidrogênio,energia elétrica como combustível para automóveis,energia solar. A maioria destas implica em grandesinvestimentos, exige mais recursos, apesar de estarem fase de teste. A energia solar, em especial, é umaenergia obtida a partir de uma grande fonteinesgotável de energia, praticamente, uma vez que aprincipal matéria prima é a luz e a radiação emitidapelo sol.

Dentre as já citadas e outras que não forammencionadas, tem-se a energia solar como umaenergia alternativa ao petróleo com grande potenciala ser utilizado no mercado mundial. Esta é obtida de6maneira simples, em termos físicos, entretanto,complicados em termos práticos e econômicos.

Grandes vantagens de utilização deste tipo deenergia são apresentadas pelo grau de poluiçãoque é insignificante em termos químicos, térmicos e,inclusive, acústicos. Não possui partes móveis, nãopossui resíduos e sobras, economiza combustíveis e avida média de cada aparelho corresponde a 30 anos.

O sistema de energia solar usa uma fonte inesgotável;modularidade completa; alta confiabilidade; seufuncionamento é automático; manutenção limitada;possibilidade de utilizar superfícies marginais nãoutilizadas, coberturas e telhados de prédios… Oprocesso que permite tais benefícios é apresentado aseguir.

A partir da visão que é apresentada àpopulação mundial, a respeito do tema dasustentabilidade, é exposto a situação atual do meioambiente com algumas perspectivas, seguida doprocesso da geração da energia solar finalizando como confronto das duas realidades.De acordo com artigos publicados pela revista Veja,no mês de junho de 2012, líderes políticos de 190países reuniram-se na cidade do Rio de Janeiro para ograndioso evento da Conferência das Nações Unidas,a respeito do Desenvolvimento Sustentável. Esseevento, denominado Rio+20, foi promovido para oslíderes discutirem maneiras para conciliar odesenvolvimento, a qualidade de vida e o meioambiente.

Na tentativa de enfatizar e elencar osprincipais objetivos da Rio+20, Gabriele Jimenez eJuliana Arini na matéria Quem vai pagar a conta,apresentam, como tais, duas questões: como adaptaro modelo econômico para acomodar os princípios da7sustentabilidade; e (…) quem vai pagar a bilionáriaconta dessa mudança. Deve-se levar em consideraçãoque na própria conferência existem dois blocos quese contrapõem nas idéias, que são os países ricos e ospaíses pobres. Nessa conferência, aparece um grandedebate a respeito da economia verde que levantaideias opostas entre empresas e os ambientalistas. Oprimeiro grupo visa, principalmente, como elevar odesenvolvimento financeiro, como ponto urgente aser considerado, e dar atenção, no presentemomento, ao impacto social e ambiental seriainconcebível. Enquanto que, os ambientalistas, nãoadmitem que se valorizem mais a lucratividade com asubmissão de um mundo sustentável, pois talpensamento remeteria à comercialização dasobrevivência do planeta.

Na matéria elaborada porJosé Eustáquio Diniz Alves, o autor faz umaexplanação a respeito da densidade demográfica, apartir da era do gelo até os dias atuais, a qualapresenta um crescimento populacionalexorbitante, porém, proporcional.

Consequentemente, cresce assustadoramente, onível de consumo de diversos recursos, entre osquais, José Eustáquio enfatiza: O uso de recursosnaturais já excede em 50% a capacidade de reposiçãoda natureza. Mais de 50% da capacidade de reposiçãosignifica que, em pouco tempo, o que a naturezaproduzir não será o bastante. É a partir desse pontoque surgem as questões de como utilizar os recursosda natureza de maneira que estes não faltem em umfuturo próximo e em um futuro distante. Taisreflexões não cessam porque as informações não chegam a todos e, mesmo entre aqueles que as8alcançam, nem todos dão o devido valor, é o queacreditam os ambientalistas.

Estes, por sua vez,tentam combater o capitalismo por acreditarem nocrescimento demográfico desenfreado visando o lucrofinanceiro. Prédios residenciais e comerciais invademáreas que poderiam ser de preservação ambiental(áreas verdes) ou para investir e aproveitar osrecursos naturais. Peter Kareiva, Robert Lalasz eMichelle Marvier afirmam que: O problema ambientalsó será solucionado por meio da integração entre anatureza selvagem e as paisagens modernas. Osautores referem-se ao equilíbrio que sempre existiuentre a natureza e o ser humano, como vivendopacificamente no mesmo ambiente, no qual um cuidado outro. Para esses autores, entre outros, um graveproblema é a visão romântica e exagerada que osambientalistas possuem da natureza. Caracterizados,também, como conservacionistas, estes precisamperceber que não cumprirão a promessa de criarpaisagens intocadas pelas mãos humanas.

Eles precisam mudar a visão do planeta e conceber a ideiade que o meio ambiente, a natureza e a modernidadepodem viver de maneira harmoniosa. Atualmente,existem diversas maneiras modernas de explorar osrecursos naturais sem degradar, agredir ou ocupar osambientes naturais que poderiam ser mais valorizadospelas preocupações dos ambientalistas.Está em grande progresso recentemente, a energiasolar difundida pelo mundo inteiro, com grandescapacidades e promessas mais reais e possíveis quetais ideias dos conservacionistas. Ressaltando que aintrodução do sistema fotovoltaico, trazido comgeração da energia solar, favorece tal interação entre9desenvolvimento ou modernização com oscuidados com a natureza. Jerônimo Teixeira, no artigo A conspiração dos verdes (VEJA, p. 150), apresentauma entrevista realizada com o jornalista inglêsJames Delingpole, o qual se apresenta comocético em relação ao aquecimento global. Para oinglês, o aquecimento global não passa de uma jogadade marketing para uma política nada democrática.

Essa temática da busca de um mundo sustentável deconsumo seria uma tentativa de encobrir o realproblema mundial: uma grande crise econômica.Assim, o ambientalismo, por estar envolvido nessacrise, é explorado para comover as pessoas, a fim deque estas possam ajudar a erguer a situação doplaneta. A Rio+20 aconteceu, portanto, para retirar aatenção dos reais problemas.

O jornalista inglês dizque o ambientalismo influencia no impacto econômicocom a falsa propaganda do aquecimento global, cujonível de gás carbônico está aumentando atemperatura global de forma catastrófica. Talpropaganda apela para o uso das energias alternativas.

Levando em consideração que as pessoas, inclusiveaquelas diretamente ligadas ao espectro políticomundial, desejam um mundo mais limpo, estão afavor da biodiversidade e se emocionam com asespécies em extinção. Delingpole afirma que taisquestões fortaleceram a ideia na qual oscombustíveis fósseis são ruins, levando grandeparte dos governantes do mundo a substituir asfontes de energia tradicionais por fontes caras epouco confiáveis. Para James, a energia solar e a eólicanão são capazes de assumir o papel da energiaproduzida pelo petróleo, gás ou carvão.

Com isso,10os cidadãos e as indústrias passaram a pagar mais caropela energia que consomem. O aumento na taxa émaior que o que deveria custar e, desse modo,aumenta o impacto negativo sobre o PIB (ProdutoInterno Bruto) dos países que adotaram a ideia, semcrédito, de utilizar as novas energias.

Na mesmaentrevista, o inglês James, comenta que os cientistasque anunciaram a catástrofe climática erampersonagens ilustres no famoso IPCC (PainelIntergovernamental sobre Mudanças Climáticas). Estesteriam exagerado na ameaça do aquecimento globalpor motivos políticos e isto influenciou as emoçõesdos ambientalistas os quais acreditam que o homemnão pode dividir o mesmo espaço com a natureza.Esta deveria ser preservada da ação e da presençahumana.

Compartilhe esse conteúdo